A área de mata é magnífica e a estrutura da RPPN impecável. O passeio compreende um sem número de cachoeiras belíssimas, encravadas em mata cuidadosamente preservada e circundadas por trilhas que chegam a ser confortáveis, já que contam com marcações claras e vários recantos com bancos, além de inscrições com mensagens da sabedoria popular para o alívio da alma, aliás a única convidada a entrar, conforme inscrição no pórtico da propriedade.
Em algumas cachoeiras é possível tomar banho, sempre em água transparente e de boa temperatura. A que mais me impressionou foi a do Buraco do Macaco, onde o banho ocorre em uma caverna e para a qual por pouco não é preciso mergulhar sob uma enorme rocha para se ter acesso. Novamente o calcário é abundante.
A última cachoeira é considerada a atração principal em razão de sua altura de 156 metros, a maior do Estado do Mato Grosso do Sul. Há uma piscina e um deck após a queda de água. É muito bonito o local. No meio da rocha por onde cai a água há uma formação natural que lembra a cabeça de uma onça. No retorno para a sede da fazenda acontece o enfrentamento de 886 degraus. É fácil, há várias paradas com paisagem para fotografias, aforismos inscritos em placas e animais. Pela trilha avistei macacos, araras, papagaios e uma jararaca, essa estava embaixo da escada.
O almoço servido na fazenda foi excelente. Havia inclusive uma pequena coleção familiar de objetos de boiadeiros.
Da culinária pantaneira, no capítulo dos doces, já provei doce de jaca e doce de carambola, além de sorvete de bocaiúva, pequi, murici e araticum.
Retornando à pousada, peguei o carro e fui para o treino de rapel. Hoje pela manhã a programação foi o famoso Abismo Anhumas.
Em algumas cachoeiras é possível tomar banho, sempre em água transparente e de boa temperatura. A que mais me impressionou foi a do Buraco do Macaco, onde o banho ocorre em uma caverna e para a qual por pouco não é preciso mergulhar sob uma enorme rocha para se ter acesso. Novamente o calcário é abundante.
A última cachoeira é considerada a atração principal em razão de sua altura de 156 metros, a maior do Estado do Mato Grosso do Sul. Há uma piscina e um deck após a queda de água. É muito bonito o local. No meio da rocha por onde cai a água há uma formação natural que lembra a cabeça de uma onça. No retorno para a sede da fazenda acontece o enfrentamento de 886 degraus. É fácil, há várias paradas com paisagem para fotografias, aforismos inscritos em placas e animais. Pela trilha avistei macacos, araras, papagaios e uma jararaca, essa estava embaixo da escada.
O almoço servido na fazenda foi excelente. Havia inclusive uma pequena coleção familiar de objetos de boiadeiros.
Da culinária pantaneira, no capítulo dos doces, já provei doce de jaca e doce de carambola, além de sorvete de bocaiúva, pequi, murici e araticum.
Retornando à pousada, peguei o carro e fui para o treino de rapel. Hoje pela manhã a programação foi o famoso Abismo Anhumas.
2 comentários:
As fotos das cachoeiras ficaram ótimas! Parabéns! Levou o tripé?
ah, eu dispenso ver a foto da jararaca..ahhahahahah..ansiosa para ver as do abismo!
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